XEL
Indies

Review – XEL

Desde sempre gosto de jogos de aventura, junto com os RPGs são os que mais me proporcionam horas e mais horas de imersão nos mais diversos mundos. Xel se alimenta diretamente da fonte isométrica de cores vibrantes, com diversos lugares para explorar e monstros para vencer. Mas será que tudo isso funciona tão bem quanto a infinidade de jogos que o antecede?

Xel começa com nossa protagonista Reid, aterrissando em um planeta sem memórias. Sem saber onde está, ou mesmo quem é. Se depara com um drone voador e juntos se aventuram em busca de respostas, posteriormente encontrando uma sociedade que Reid ajudará a impedir que sua estação espacial superaqueça e dê adeus. Uma vez que esta missão é dada, você está livre para explorar o mundo de Xel.

A jogabilidade de Xel é bem simples, você usará uma espada para atacar os inimigos e escudo para bloquear ataques, além de poder esquivar-se. Os confrontos fluem bem, os controles respondem bem, mas confesso que é extremamente recomendado jogar com um controle. Os quebra-cabeças ambientais são a segunda grande parte da jogabilidade. Reid eventualmente ganha uma habilidade de ‘núcleo do tempo’ que lhe permite viajar de volta no tempo para influenciar o meio ambiente. 

Você estará principalmente viajando de volta para posicionar itens no passado que permitem atravessar pontes quebradas ou áreas inundadas no presente. Os quebra-cabeças não são difíceis e não o atrasarão muito. Eles fornecem um pouco de folga de apertar o botão B para cortar os inimigos, e eu gostei deles.

Não há pontos de experiência, nem nos combates ou na resolução de quebra-cabeças, por isso a jogabilidade pode parecer obsoleta depois de um tempo, fazendo com que em determinadas partes, passar pelos inimigos evitando as lutas pareça a melhor opção, principalmente após morrer. Xel tem checkpoints espalhados sobre os quais você pode salvar seu progresso e você vai reaparecer no mais tardar ao morrer.

O cenário possui poucos detalhes ou polimento, porém, é agradável, com cores vibrantes substituindo texturas detalhadas. A câmera no geral é bem distante, impossibilitando a visualização de mais detalhes, o que pode ter sido uma boa escolha para casar com os gráficos menos trabalhados.

Concluindo, Xel tem os ingredientes de um intrigante rastreador de masmorras. Com um mundo vibrante e interessante para ser explorado, com quebra-cabeças divertidos de resolver e uma jogabilidade simples porém envolvente, se tornando um ótimo jogo para aqueles amantes de aventuras com câmera de cima e ótimo combate.

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Review – XEL
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