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Fast Review: Warhammer 40,000: Inquisitor – Martyr

Warhammer 40,000 Inquisitor - Martyr

A um bom tempo não jogava um ARPG tão bom, as mecânicas funcionam bem (tirando o cover), o jogo é bem dinâmico e bem feito. Tive a impressão de que seria um APRG bem lento e sem muita ação, estava enganado, ele tem uma progressão parecida com o Diablo 3, na real bebe direto da fonte em muitos aspectos, o personagem começa meio lento e com os níveis e equipamentos o caminhar fica mais rápido, dando um dinamismo e fazendo as coisas caminharem bem.

O jogo é separado por missões, entra em uma missão, faz o que deve ser feito e sai. No geral as missões da campanha não tem fator falha, morre e volta até terminar, as missões secundárias tem um limite de 3 mortes. Porém, existem cartas que podem ser inseridas na fase para adicionar dificuldade, assim como melhorar os drops e recompensas. Sem contar que a cada início de fase, pode ser escolhida a dificuldade, isso é bom por não te prender a uma escolha inicial, a fase está te enchendo o saco, diminui a dificuldade e seja feliz, o jogo está muito fácil, vai aumentando a dificuldade até sentir que chegou no seu ponto de equilíbrio. Isso definitivamente deixa o game com um ajuste finíssimo com relação a dificuldade.

É possível também contar com temporadas, missões diárias e uma caralhada de coisas a mais para manter o jogador jogando por horas e horas. Os cenários são um pouco limitados, mesmo tendo uma boa variedade, missões vão repetir cenários com objetivos diferentes. A variedade de inimigos também é muito limitada, sendo assim, você vai matar o mesmo inimigo o jogo todo praticamente.

Gostei de Marty, tive pouco contato com a série Warhammer, e esse título em específico, a história me deu um nó na mente, mas mesmo assim, pude me divertir bastante correndo com o lança chamas carbonizando tudo que se mexia pelo caminho.

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